Home > Notícias > Notícias - Polêmica na redução das NRs e os impactos na SST

Notícias - Consumada Definição das Últimas Eleições da FENATEST: Verdade à Tona

Consumada Definição das Últimas Eleições da FENATEST: Verdade à Tona

A história da FENATEST, Federação Nacional dos Técnicos de Segurança do Trabalho, fundada em 10 de maio de 1992, nasceu da necessidade de se criar uma entidade forte, capaz de somar as suas ações junto aos sindicatos estaduais da categoria, visando consolidar assim, o importante papel do profissional Técnico em Segurança do Trabalho nas organizações brasileiras.

Os anos se passaram, e mudanças significativas ocorreram no setor da Segurança e Saúde do Trabalho no Brasil, alguns sindicatos aliados à propósitos distintos, destacaram-se individualmente, buscando por sua vez, acompanhar o crescimento da entidade, e participar assiduamente das suas decisões, na defesa dos direitos e propriedades alusivas a cada região, através do seu conselho de representantes.

No dia 19 de maio de 2018, foi eleita em São Paulo, em sua sede provisória, a nova diretoria da FENATEST, através da chapa vencedora, denominada “Terceira Via”. Para o quadriênio 2018-2022, assumiu como presidente da entidade, o Técnico de Segurança do Trabalho, o Sr. Hildemar de Jesus Nina, que também está à frente do Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho do Estado do Maranhão. Além disso, ele é membro da Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador do Maranhão, da Comissão Sindical da Superintendência Regional do Trabalho do Maranhão, e do Comitê Permanente sobre Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria da Construção.

Desde então, o ex-presidente, o Sr. Armando Henrique, inconformado com a sua inesperada, porém, justa derrota, esteve conturbando o palco desta entidade, e de todas as suas representações estaduais, incitando a abertura de processos absurdos e sem fundamentação alguma, junto à Justiça de São Paulo e nos estados, no intuito compulsório de anular esta eleição, além de permanecer se intitulando ilegitimamente, presidente desta federação, através da mídia nacional, contudo, sem sucesso, em virtude das suas justificativas pobres, “mentirosas” e contraditórias. No último dia 05 de dezembro, tivemos judicialmente arbitrada, a retirada imediata da sua pseudo-representação, bem como, as devidas prestações, no que diz respeito à entrega de todo o patrimônio, documentações, contratos e valores em favor da FENATEST.

Importante esclarecermos para o Brasil, que ao longo dos anos de seu mandato, tivemos uma perda imensurável para a categoria dos Técnicos em Segurança do Trabalho, visto não termos tido uma entidade séria e igualitária, uma gestão participativa, e um grupo realmente conciso, capaz de honrar verdadeiramente com suas responsabilidades, junto a esta entidade, e aos seus sindicatos de base. Tivemos prejuízos claros, como a inexperiência para perdermos a oportunidade de garantirmos o nosso Conselho Federal, a não regularização de alguns sindicatos federativos, o que é um dever desta federação, e a ausência do devido apoio aos estados nordestinos, grande potencial no efetivo de profissionais Técnicos em Segurança do Trabalho no país, além de termos presenciado falsas e tempestivas assembleias instauradas nos estados da Bahia, Piauí, Rio de Janeiro e alagoas , que inclusive, tiveram seus representantes legais, injustamente perseguidos e prejudicados, no intuito exclusivo de garantir votos para a chapa de situação, e a “manipulação” de ex-dirigentes sindicais, dentre outros, nos estados de Sergipe, Alagoas e Piauí, promovendo a discórdia e a desagregação continuada.

Infelizmente, só temos a lamentar por esta fase obscura em nossa federação, todavia, não podemos esquecer a sua história, os esforços dedicados, as conquistas adquiridas, e o propósito estatutário desta entidade. O hoje se torna cada vez mais claro, pois estamos convictos de que exclusivas são as nossas realizações, quando decidimos lutar por uma causa verdadeiramente nobre, onde o que importa, não é o cargo que ocupamos no celeiro da vida, mas as ações que deliberam e provocam mudanças na sociedade. O tempo é novo, e o novo precisa acontecer, afinal de contas, a justiça tarda mais não falha, e para os que semeavam o termo "Sub Judice", agora já podem assistir a verdade em fatos.

A livre iniciativa, o compromisso, a retidão, o profissionalismo, e a base conceitual, nos remete à sabedoria profunda de que somos um só propósito, diante do sonho e das expectativas de muitos trabalhadores. Novos conceitos surgirão à partir de novas ideias, novas atitudes propiciarão novos rumos à FENATEST, e novos projetos deverão surgir em favor de todas as representações federativas. O verdadeiro papel de um sindicato não deve ter qualquer associação com ciclos viciosos e inoperantes, mas sim, agora mais do que nunca, à modelos realísticos de operacionalidade e ação. As entidades sindicais carecem enxergar além da palavra "fria", presente nas amarras da nossa legislação, e devem propiciar resultados, através de uma cultura racional e fundamentada, mesmo que considerando as suas limitações e convalescências. A Terceira Via obteve seu mérito, pelo seu potencial, e pelos seus esforços, continuará trabalhando no fortalecimento dos seus objetivos, e jamais será alvo de desagregação, indisciplina e falso moralismo.

Sandro de Menezes Azevedo

Segundo Secretário Geral/FENATEST

Diretor de Assuntos Jurídicos/SINTEST-SE

Presidente/ASPROTEST

Construindo uma Nova História

Para o Segundo Secretário Geral, o Sr. Sandro de Menezes Azevedo, a entidade precisa ser reconstruída, a partir de uma administração séria, e voltada aos ditames da ordem e da ética institucional, estabelecendo assim, novos rumos à FENATEST, à todos os seus sindicatos federativos, e como resultado, uma atenção especial e exclusiva, para todos os Técnicos em Segurança do Trabalho da nossa nação brasileira.

“Quando defendemos que a realidade é igual para todos os estados, consideramos a possibilidade de interpretarmos a diferença como um problema ou algo suscetível de ser ignorado, deixando assim, de trabalharmos o valor da “pluralidade”, e no próprio processo de crescimento da nossa Federação. É notório, que isso abre um amplo espaço para a valorização da “ideologia” e da “sustentabilidade”, já que diante do valor negativo absolvido nos últimos anos, o pensamento da nossa categoria assistida, tende a se aglutinar aos modelos convencionados pelo próprio exemplo dissimulado por esta entidade. Por esta razão, acreditamos no potencial dos que hoje se fazem à frente desta Federação, e temos a certeza, de que juntos, seremos capazes de construir um novo legado", completa Sandro Azevedo.